Interfarma e ABRAFARMA lançam oficialmente campanha Sem Imposto, Tem Remédio
Interfarma 01/10/2013

Interfarma e ABRAFARMA lançam oficialmente campanha Sem Imposto, Tem Remédio

Antes mesmo de ser lançada oficialmente nesta terça-feira, em São Paulo, a campanha pela desoneração de impostos em medicamentos, uma iniciativa Interfarma e Abrafarma, já coletou quase 1 milhão de assinaturas. A campanha “Sem Imposto, tem remédio”  pretende coletar 10 milhões de assinaturas em todo o Brasil por meio de um abaixo-assinado que será levado ao Congresso Nacional. Cerca de 6 mil farmácias participam da coleta de assinaturas.

No lançamento estiveram presentes o deputado federal, Walter Ihoshi (PSD/SP), presidente da Frente Parlamentar pela Desoneração de Medicamentos, da Câmara dos Deputados; a deputada estadual, Maria Lucia Amary (PSDB) que esta semana na Assembleia Legislativa lança a frente com o mesmo objetivo e o vereador, Marco Aurélio Cunha (PSD) cuja iniciativa será oficializada no próximo sábado na Câmara dos Vereadores de São Paulo.

De acordo com a Constituição Federal, a saúde é um direito do cidadão e um dever do Estado. A assistência farmacêutica, por consequência, é uma atribuição do governo que deve prover todas as necessidades da população, mas no Brasil os que precisam são os que mais pagam impostos em medicamentos. O país é campeão em impostos sobre remédios. Em países como Canadá, Estados Unidos e México, o impostos sobre esses produtos, é zero.

Para promover a campanha “Sem Imposto, tem remédio” e incentivar a população a assinar o caderno de abaixo-assinado, a Interfarma e a Abrafarma criaram um hotsite, vídeo, Fanpage, perfil no Twitter e também criaram uma conta no Avaaz. Acesse, compartilhe, curta, assina e divulgue!

www.semimpostotemremedio.com.br

Para os parlamentares presentes à cerimônia de lançamento da campanha, somente a mobilização nas casas legislativas e o envolvimento da sociedade, é que vão fazer com que os governos, federal e estaduais, sejam pressionados por mudanças na lei. Se hoje o medicamento tivesse o imposto zerado, o medicamento custaria ao consumidor, cerca de 30% mais barato.

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