Interfarma é contrária à judicialização e defende ampliar as discussões sobre incorporação
Interfarma 22/06/2015

Interfarma é contrária à judicialização e defende ampliar as discussões sobre incorporação

Em nota publicada no Mercado Aberto, da Folha de S.Paulo, o presidente-executivo da Interfarma, Antônio Britto, mostra que a judicialização da saúde está crescendo em ritmo acelerando e que isso está relacionado à dificuldade de incorporar novas tecnologias ao SUS. Veja a nota da Folha:
Mercado Aberto: Compra forçada
Colunista: Maria Cristina Frias

O governo federal gastou R$ 703,3 milhões em 2014 na compra de medicamentos por ordem da Justiça alta de 83,3% em relação ao ano anterior, segundo dados da Interfarma (da indústria farmacêutica de pesquisa).
Vinte e cinco remédios representaram 97% das aquisições. Desses, 11 drogas para o tratamento de doenças genéticas consumiram R$ 636 milhões, o correspondente a 90,44% das despesas.
"Enquanto a incorporação de novas tecnologias não for ampliada, a via será a da judicialização", diz Antônio Britto, da Interfarma.
Em 2014, o governo também liberou R$ 140,8 milhões em depósitos judiciais.

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