Presidenciável participa de evento da Interfarma
Interfarma 28/05/2014

Presidenciável participa de evento da Interfarma

Promovido esta semana pela Interfarma, evento foi presidido por Fernando Sampaio, representando o Conselho Diretor e mediado pelo presidente-executivo, Antônio Britto
Demonstrando conhecimento sobre o setor de saúde, Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e atual candidato à Presidência da República pelo PSB criticou, em debate promovido pela Interfarma, a carga tributária, a burocracia brasileira e o subfinanciamento da saúde.
Ao referir-se aos tributos Eduardo Campos criticou diretamente o excesso de impostos em produtos essenciais como os medicamentos e prometeu, se eleito, “travar” a carga tributária, reduzir o peso dos impostos por meio da redistribuição de riquezas por meio do Pacto Federativo.
Sobre os investimentos oficiais no sistema público de saúde, o candidato disse que há hoje no Brasil, um subfinanciamento da saúde e que este cenário precisa mudar. De acordo com Eduardo Campos, se for escolhido para governar o País nos próximos quatro anos, incrementará os recursos para a área da saúde promovendo melhorias na governança, na atenção básica e em programas para melhorar o atendimento como a formação de profissionais médicos.
Durante o debate, que reuniu 170 pessoas, dentre elas associados da Interfarma, deputados federais e representantes de outros segmentos da cadeia farmacêutica e da saúde, o candidato do PSB diz também que espera do setor contribuições para compor seu programa de governo como soluções para destravar o sistema que hoje emperra a produção de pesquisa clínica no Brasil.
Do ponto de vista de gestão, Eduardo Campos foi categórico em afirmar que, ao assumir a Presidência, se eleito, pretende aumentar a produtividade do setor público oferecendo à população um serviço de qualidade. De outro lado, Campos lembrou que como presidente fará uma mudança radical na escolha e indicação de diretores das agências reguladoras, dentre elas, a Anvisa. O candidato disse que seus critérios não serão políticos e levarão em conta a competência e o conhecimento do candidato a respeito do assunto que envolve cada agência.

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